The Prague Post - De volta a Belém, Lula busca impulsionar um acordo na COP30

EUR -
AED 4.238811
AFN 75.022966
ALL 91.672628
AMD 419.537692
ANG 2.066447
AOA 1059.55903
ARS 1739.351817
AUD 1.619413
AWG 2.07901
AZN 1.957383
BAM 1.956934
BBD 2.324627
BDT 142.102356
BGN 1.943034
BHD 0.435048
BIF 3450.970122
BMD 1.154204
BND 1.468738
BOB 13.33061
BRL 5.938261
BSD 1.154159
BTN 110.753228
BWP 15.620918
BYN 3.504601
BYR 22622.396885
BZD 2.321225
CAD 1.607968
CDF 2669.093803
CHF 0.945126
CLF 0.027889
CLP 1101.203245
CNY 7.746382
CNH 7.746544
COP 3605.53684
CRC 516.494861
CUC 1.154204
CUP 30.586404
CVE 110.327507
CZK 24.306268
DJF 205.527333
DKK 7.475508
DOP 67.868746
DZD 154.356205
EGP 59.774608
ERN 17.313059
ETB 185.827115
FJD 2.567526
FKP 0.855416
GBP 0.856252
GEL 2.989216
GGP 0.855416
GHS 13.25551
GIP 0.855416
GMD 84.83445
GNF 10148.793838
GTQ 8.81103
GYD 241.467851
HKD 9.05417
HNL 31.071061
HRK 7.534598
HTG 150.846116
HUF 365.292269
IDR 20419.021596
ILS 3.512185
IMP 0.855416
INR 110.699119
IQD 1512.584241
IRR 1586568.712443
ISK 139.820478
JEP 0.855416
JMD 181.782203
JOD 0.818363
JPY 179.229979
KES 149.422829
KGS 100.934904
KHR 4675.66929
KMF 492.845335
KPW 1038.783897
KRW 1577.940296
KWD 0.356256
KYD 0.961849
KZT 516.204696
LAK 25829.745926
LBP 103354.904211
LKR 380.75737
LRD 201.515043
LSL 18.778905
LTL 3.408064
LVL 0.698166
LYD 7.317715
MAD 10.91233
MDL 20.065455
MGA 5049.641947
MKD 61.561745
MMK 2423.199621
MNT 4154.59545
MOP 9.325424
MRU 46.225673
MUR 54.039998
MVR 17.77448
MWK 2004.271858
MXN 19.783361
MYR 4.668291
MZN 73.765567
NAD 18.769115
NGN 1529.554162
NIO 42.25512
NOK 10.78124
NPR 177.205165
NZD 2.008309
OMR 0.443795
PAB 1.154159
PEN 3.872336
PGK 5.127547
PHP 72.433244
PKR 319.961663
PLN 4.342075
PYG 6869.921965
QAR 4.203553
RON 5.260055
RSD 117.373314
RUB 97.18192
RWF 1695.453227
SAR 4.331814
SBD 9.256137
SCR 16.02754
SDG 694.306762
SEK 11.28161
SGD 1.469515
SHP 0.856679
SLE 28.439506
SLL 24203.069786
SOS 659.570827
SRD 43.570862
STD 23889.690871
STN 24.873095
SVC 10.098765
SYP 15006.959696
SZL 18.744258
THB 38.370374
TJS 10.647078
TMT 4.051256
TND 3.363062
TOP 2.779046
TRY 56.159985
TTD 7.832471
TWD 36.768321
TZS 3053.59421
UAH 51.524515
UGX 4535.56966
USD 1.154204
UYU 46.416499
UZS 13578.869679
VES 970.897898
VND 29987.372116
VUV 136.297398
WST 3.152705
XAF 655.957
XAG 0.017855
XAU 0.000267
XCD 3.119294
XCG 2.080124
XDR 0.816082
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 273.035606
ZAR 18.741265
ZMK 10389.219903
ZMW 22.534865
ZWL 371.653192
SSP 6516.900596
MXV 2.243306
De volta a Belém, Lula busca impulsionar um acordo na COP30
De volta a Belém, Lula busca impulsionar um acordo na COP30 / foto: Pablo PORCIUNCULA - AFP

De volta a Belém, Lula busca impulsionar um acordo na COP30

De volta a Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva multiplica os contatos na COP30, nesta quarta-feira (19), para incentivar os negociadores da conferência climática da ONU, que aguardam uma nova proposta de acordo da presidência do evento.

Tamanho do texto:

O Brasil quer que a primeira COP realizada na Amazônia seja um sucesso e seus diplomatas fazem os negociadores trabalharem noite e dia com a esperança de fechar um compromisso ambicioso frente à emergência climática.

É incomum que chefes de Estado, após terem inaugurado a COP, retornem na reta final da conferência. Mas Lula o fez nesta quarta-feira, a dois dias do encerramento do evento.

O presidente teve várias reuniões, inclusive com representantes da União Europeia e de alguns países emergentes, e tinha previsto se encontrar com coletivos indígenas e da sociedade civil.

A presidência brasileira da conferência publicou um esboço principal, que abrange as principais aspirações políticas da COP30. Após coletar as impressões de representantes dos quase 200 países, voltou a se recolher ao longo do dia desta quarta-feira para trabalhar em um novo texto, segundo diversas fontes consultadas pela AFP.

Nas conferências climáticas da ONU, as decisões devem ser adotadas por consenso.

Os principais pontos de discórdia são como financiar a adaptação às mudanças climáticas, um mapa do caminho com datas e pautas para abandonar os combustíveis fósseis e uma possível menção às medidas comerciais unilaterais, um tema que incomoda particularmente a União Europeia.

"Não vai haver uma decisão hoje. Ainda estamos longe de consegui-lo porque para nós é um pacote global", disse à AFP a ministra francesa de Transição Ecológica, Monique Barbut, ao sair de uma reunião de coordenação com seus homólogos europeus.

A estratégia brasileira é aprovar primeiro um texto mais político e complexo, batizado de "Mutirão mundial", para depois votar o restante das medidas na sexta-feira.

- Abandonar os combustíveis fósseis -

A iniciativa, apoiada por mais de 80 países até o momento, foi lançada por Lula durante a cúpula de chefes de Estado prévia à COP, e pretende dar continuidade à promessa da comunidade internacional na COP28 de Dubai de abandonar progressivamente o petróleo, o gás e o carvão.

Entre estes países estão a maioria da UE, assim como Colômbia e Quênia, que se opõem às nações produtoras de petróleo, como a Arábia Saudita, silenciosas em Belém.

Outro ponto controverso é a medida ambiental europeia conhecida como "imposto sobre o carbono", que uma maioria de países considera uma barreira comercial unilateral.

O argumento dos europeus é que permitir a entrada de produtos que não atendem aos padrões ambientais da UE representa uma concorrência desleal.

"Deve haver uma menção porque [essas medidas] se tornam um obstáculo ao invés de algo possibilitador", declarou à AFP a ministra mexicana do Meio Ambiente, Alicia Bárcena.

Diante da sentida ausência dos Estados Unidos, as discussões giram, majoritariamente, em torno dos países emergentes, da China e dos europeus.

A UE não está disposta a abrir novamente a árdua discussão sobre o financiamento da luta climática.

"Mais que reabrir, temos que repensar todo esse montante global de 1,3 trilhão [de dólares]. Como conseguimos que não só a parte pública seja a protagonista, mas como alavancamos tanto o financiamento privado quanto os diferentes bancos multilaterais", explicou a jornalistas a ministra espanhola de Transição Ecológica, Sara Aagesen.

A.Slezak--TPP