The Prague Post - Espetáculo contemporâneo 'Dead Man Walking' estreia temporada na Ópera de Nova York

EUR -
AED 4.178991
AFN 72.249595
ALL 94.035705
AMD 418.749905
ANG 2.037037
AOA 1043.320371
ARS 1694.672579
AUD 1.650368
AWG 2.047956
AZN 1.931829
BAM 1.952905
BBD 2.292262
BDT 140.219687
BGN 1.923805
BHD 0.428962
BIF 3396.194215
BMD 1.137754
BND 1.475387
BOB 7.893161
BRL 5.943395
BSD 1.138093
BTN 108.46831
BWP 16.24763
BYN 3.315727
BYR 22299.968712
BZD 2.288967
CAD 1.61726
CDF 2588.388904
CHF 0.921393
CLF 0.02677
CLP 1053.605114
CNY 7.730409
CNH 7.730159
COP 3855.835253
CRC 518.023027
CUC 1.137754
CUP 30.150468
CVE 110.504345
CZK 24.223576
DJF 202.201629
DKK 7.474923
DOP 67.639383
DZD 151.803591
EGP 55.853363
ERN 17.066303
ETB 181.073782
FJD 2.555679
FKP 0.858225
GBP 0.857462
GEL 3.003877
GGP 0.858225
GHS 12.930535
GIP 0.858225
GMD 83.623728
GNF 9978.09799
GTQ 8.679981
GYD 238.072919
HKD 8.924482
HNL 29.865991
HRK 7.534772
HTG 148.806808
HUF 355.486537
IDR 20433.37031
ILS 3.396763
IMP 0.858225
INR 108.626998
IQD 1491.025969
IRR 1565548.824236
ISK 143.789411
JEP 0.858225
JMD 178.984691
JOD 0.806636
JPY 184.970252
KES 147.088388
KGS 99.496564
KHR 4565.239021
KMF 492.64698
KPW 1023.978553
KRW 1764.326176
KWD 0.351884
KYD 0.948477
KZT 545.481842
LAK 25599.453467
LBP 101885.826041
LKR 382.326556
LRD 206.928933
LSL 18.656313
LTL 3.35949
LVL 0.688216
LYD 7.29866
MAD 10.70342
MDL 20.127811
MGA 4878.132589
MKD 61.63817
MMK 2388.840455
MNT 4076.552473
MOP 9.195208
MRU 45.657533
MUR 53.702304
MVR 17.577856
MWK 1975.139886
MXN 19.978611
MYR 4.65967
MZN 72.705015
NAD 18.646456
NGN 1564.331554
NIO 41.647444
NOK 11.268703
NPR 173.549696
NZD 2.005359
OMR 0.437472
PAB 1.138093
PEN 3.888811
PGK 4.981074
PHP 70.213026
PKR 316.579889
PLN 4.292551
PYG 6917.62439
QAR 4.147681
RON 5.22616
RSD 117.361526
RUB 88.160574
RWF 1667.946639
SAR 4.271355
SBD 9.157897
SCR 15.301787
SDG 683.220944
SEK 11.069631
SGD 1.474119
SHP 0.849448
SLE 27.732706
SLL 23858.126307
SOS 650.227884
SRD 42.67088
STD 23549.200453
STN 24.916802
SVC 9.958064
SYP 125.758282
SZL 18.659084
THB 37.961713
TJS 10.52761
TMT 3.982137
TND 3.343573
TOP 2.739438
TRY 53.115352
TTD 7.726411
TWD 36.223
TZS 2986.756573
UAH 51.02095
UGX 4170.744382
USD 1.137754
UYU 45.751378
UZS 13576.259616
VES 719.711796
VND 29923.486077
VUV 136.642343
WST 3.16396
XAF 654.974616
XAG 0.01925
XAU 0.000282
XCD 3.074836
XCG 2.051124
XDR 0.813514
XOF 653.632846
XPF 119.331742
YER 271.470203
ZAR 18.647558
ZMK 10241.144931
ZMW 20.719923
ZWL 366.356165
Espetáculo contemporâneo 'Dead Man Walking' estreia temporada na Ópera de Nova York
Espetáculo contemporâneo 'Dead Man Walking' estreia temporada na Ópera de Nova York / foto: ANGELA WEISS - AFP

Espetáculo contemporâneo 'Dead Man Walking' estreia temporada na Ópera de Nova York

Há três décadas atrás, a irmã Helen Prejean escreveu o livro "Dead Man Walking", uma memória que descreve sua relação com um condenado à pena de morte cuja execução foi presenciada por ela.

Tamanho do texto:

A história de 1993 foi transformada em um filme indicado ao Oscar, estrelado por Susan Sarandon e Sean Penn, e foi adaptada agora para uma ópera sobre o amor, a dor e a redenção que, após vinte anos anos nos palcos, estreará nesta terça-feira (26) no Metropolitan Opera, casa de ópera de Nova York.

A versão operística de "Dead Man Walking" foi composta por Jake Heggie, com libreto de Terrence McNally. A produção para o Metropolitan conta com a mezzo-soprano Joyce DiDonato, no papel da irmã de Helen, e o barítono Ryan McKinny, que dá vida ao condenado à morte, Joseph De Rocher.

Nos papéis coadjuvantes, a soprano Latonia Moore interpreta a irmã Rose, e a mezzo-soprano Susan Graham - que interpretou Prejean em 2000, quando esta ópera estreou em São Francisco - é a mãe do condenado.

Prejean, de 84 anos, usa a mídia para defender a abolição da pena de morte, legalizada em muitos estados americanos.

"É um ritual secreto: apenas poucas pessoas testemunharam 1.500 execuções", disse, ao lembrar de uma expressão que lhe impactou durante seu trabalho na América Latina: "O que os olhos não veem, o coração não sente".

Depois de presenciar a morte de Elmo Patrick Sonnier, que inspirou a criação de De Rocher, a freira acompanhou vários detentos em suas execuções. Ela espera que essas experiências, descritas em seu livro, "despertem as pessoas".

"Estou muito feliz que a história e a realidade cheguem às pessoas", declarou à AFP durante um intervalo do último ensaio geral antes da estreia nesta terça.

"Por isso precisamos que a arte abra a cortina e aproxime a realidade das pessoas".

- É possível perdoar? -

A sombria ópera contemporânea, dirigida por Ivo van Hove, começa com a cena que representa o assassinato e estupro que enviaram De Rocher ao corredor da morte.

Depois, a Irmã Helen, que inicia o contato com o preso por correspondência, aparece disposta a se reunir com ele na penitenciária estadual da Louisiana.

Os dois personagens principais dividem o palco com frequência durante a apresentação, sem as divisórias ou algemas que geralmente caracterizam a produção, o que transforma o palco austero em uma prisão emocional.

"É uma ópera sobre a pena de morte, mas na minha opinião é sobre o lado humano, especialmente de alguém que fez coisas terríveis", e vale nos "perguntarmos se perdoar é possível", disse à AFP McKinny, que interpreta De Rocher.

Para Prejean, a história também ajuda a compreender as circunstâncias que levam uma pessoa a agir de determinada maneira e, por isso, além de perguntar quem fez o quê, é importante refletir "o que nós fizemos de errado?", enfatizou.

- Na busca de um público jovem -

A produção de "Dead Man Walking" faz parte de uma mudança de rumo da Metropolitan Opera, que aos 143 anos de existência tenta atrair um público mais jovem.

Nos últimos anos, a casa tem feito sucesso com óperas de compositores vivos, como "The Hours" e "Fire Shut Up In My Bones", que também irão voltar nesta temporada.

A prestigiada ópera também apresenta "X: The Life and Times of Malcolm X".

Para a soprano Moore, a adesão ao contemporâneo da casa de ópera de Nova York demonstra apoio aos "compositores de ópera americanos e aos artistas americanos daqui".

"Com certeza amamos os clássicos, mas se não fizermos algo para avançar e não incorporarmos a nossa própria cultura nesta forma de arte, (a ópera) morrerá neste país". É necessário aumentar o atrativo ao público mais jovem, com algo que eles "podem se identificar" e que consiga "atingir eles emocionalmente", concluiu Moore.

K.Pokorny--TPP