The Prague Post - Israel intensifica ainda mais a ofensiva em Gaza

EUR -
AED 4.191496
AFN 72.476882
ALL 93.923894
AMD 419.379666
ANG 2.04342
AOA 1047.153941
ARS 1693.609543
AUD 1.651225
AWG 2.057226
AZN 1.948735
BAM 1.954632
BBD 2.295129
BDT 140.396134
BGN 1.929833
BHD 0.430295
BIF 3389.838519
BMD 1.141318
BND 1.474538
BOB 7.891286
BRL 5.907803
BSD 1.139519
BTN 107.810599
BWP 15.443775
BYN 3.340604
BYR 22369.837299
BZD 2.291731
CAD 1.621642
CDF 2585.085695
CHF 0.923052
CLF 0.026739
CLP 1052.375138
CNY 7.754059
CNH 7.751811
COP 3916.102522
CRC 519.38496
CUC 1.141318
CUP 30.244933
CVE 110.180841
CZK 24.259803
DJF 202.918786
DKK 7.474527
DOP 67.902665
DZD 152.000126
EGP 56.069202
ERN 17.119773
ETB 182.323302
FJD 2.560777
FKP 0.861285
GBP 0.861324
GEL 3.013167
GGP 0.861285
GHS 12.899295
GIP 0.861285
GMD 83.937083
GNF 9985.098433
GTQ 8.692361
GYD 238.357616
HKD 8.950846
HNL 30.479775
HRK 7.533611
HTG 148.932314
HUF 355.823058
IDR 20508.347267
ILS 3.401186
IMP 0.861285
INR 108.331929
IQD 1492.808266
IRR 1570453.884101
ISK 143.806236
JEP 0.861285
JMD 179.472029
JOD 0.809209
JPY 185.638872
KES 147.777779
KGS 99.808541
KHR 4584.453898
KMF 493.049448
KPW 1027.186806
KRW 1771.474477
KWD 0.353523
KYD 0.949633
KZT 546.053813
LAK 25557.732998
LBP 102042.844348
LKR 382.891279
LRD 206.816457
LSL 18.64866
LTL 3.370016
LVL 0.690372
LYD 7.320627
MAD 10.709403
MDL 20.134972
MGA 4834.112326
MKD 61.616291
MMK 2396.183309
MNT 4088.269449
MOP 9.204702
MRU 45.516864
MUR 53.859371
MVR 17.645312
MWK 1975.919677
MXN 19.969533
MYR 4.661939
MZN 72.873706
NAD 18.64866
NGN 1574.848345
NIO 41.918432
NOK 11.311582
NPR 172.429013
NZD 2.01062
OMR 0.438838
PAB 1.139519
PEN 3.894574
PGK 5.003039
PHP 70.127731
PKR 316.868318
PLN 4.298912
PYG 6929.860424
QAR 4.164619
RON 5.241621
RSD 117.354945
RUB 89.809162
RWF 1669.644323
SAR 4.281542
SBD 9.204778
SCR 15.269501
SDG 685.363624
SEK 11.082817
SGD 1.477326
SHP 0.852109
SLE 28.301814
SLL 23932.876797
SOS 650.954491
SRD 42.804574
STD 23622.983039
STN 24.475729
SVC 9.971044
SYP 126.152298
SZL 18.645862
THB 37.994236
TJS 10.52901
TMT 4.006027
TND 3.376621
TOP 2.748021
TRY 53.254027
TTD 7.73438
TWD 36.348722
TZS 2995.963743
UAH 51.067495
UGX 4176.50515
USD 1.141318
UYU 45.735066
UZS 13679.828306
VES 710.177872
VND 30033.78921
VUV 136.904603
WST 3.173938
XAF 655.307175
XAG 0.019557
XAU 0.000285
XCD 3.084469
XCG 2.053673
XDR 0.815313
XOF 655.565396
XPF 119.331742
YER 272.320589
ZAR 18.702525
ZMK 10273.23091
ZMW 20.539731
ZWL 367.504004
Israel intensifica ainda mais a ofensiva em Gaza
Israel intensifica ainda mais a ofensiva em Gaza / foto: AFP - AFP

Israel intensifica ainda mais a ofensiva em Gaza

Israel prosseguiu com os bombardeios na Faixa de Gaza nesta terça-feira (26), depois de anunciar que pretende intensificar ainda mais a guerra contra o Hamas, até "desmilitarizar" e "desradicalizar" o território palestino.

Tamanho do texto:

Em Khan Yunis, no sul de Gaza, onde Israel informou que concentra a ofensiva contra o grupo islamista palestino, era possível observar a fumaça provocada pelos bombardeios.

Um correspondente da AFP relatou que os bombardeios israelenses continuaram durante a noite, em Khan Yunis e na vizinha Rafah, na fronteira com o Egito, localidade que abriga dezenas de milhares de pessoas deslocadas de outros pontos do território palestino.

Trinta corpos de vítimas de bombardeios foram levados nas últimas 24 horas para o hospital Nasser de Khan Yunis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.

O Exército israelense anunciou que visou, nas últimas horas, a mais de 100 alvos do Hamas, incluindo acessos a túneis e posições militares para atacar os soldados, em particular em Jabalia, no norte, e em Khan Yunis.

"Não vamos parar (...) vamos intensificar os combates nos próximos dias. Será uma guerra longa", afirmou na segunda-feira o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, depois de visitar Gaza.

"O Hamas deve ser destruído, Gaza deve ser desmilitarizada, e a sociedade palestina deve ser desradicalizada. Estes são os três requisitos para a paz entre Israel e seus vizinhos palestinos em Gaza", escreveu o chefe de Governo em um artigo publicado no Wall Street Journal.

- "Relatos comoventes" -

Segundo o Ministério da Saúde do Hamas, que governa a Faixa desde 2007, mais de 20.600 pessoas, a maioria mulheres e menores de idade, morreram nas operações israelenses em Gaza.

Em Israel, o ataque sem precedentes de 7 de outubro executado por milicianos do Hamas deixou quase 1.140 mortos, a maioria civis, de acordo com balanço da AFP baseado em dados israelenses.

O Hamas também sequestrou mais de 240 pessoas, e 129 permanecem em cativeiro em Gaza.

O Exército israelense informou que 158 militares morreram desde o início da ofensiva terrestre, em 27 de outubro.

No território, sob certo total desde 9 de outubro, a guerra obrigou 1,9 milhão de pessoas a abandonarem suas casas, o equivalente a 85% da população, segundo a ONU.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), cujos funcionários visitaram na segunda-feira o hospital de Deir al Balah, no centro de Gaza, após um bombardeio a um campo de refugiados próximo, afirmou que suas equipes ouviram "relatos comoventes" de famílias inteiras mortas.

"O último bombardeio contra uma comunidade de Gaza mostra porque é necessário um cessar-fogo imediato", escreveu o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.

O bombardeio de domingo contra o campo de Al Maghazi matou 70 pessoas, segundo o Hamas. O Exército israelense anunciou que está "investigando o incidente".

A entrada de ajuda humanitária em Gaza não aumentou de maneira significativa, apesar da aprovação na sexta-feira, no Conselho de Segurança da ONU, de uma resolução que pede o envio "imediato" e em larga escala.

- Pressão em Israel -

Em Israel, a pressão aumenta para obter a libertação dos reféns. Parentes das pessoas sequestradas interromperam na segunda-feira o discurso de Netanyahu durante uma sessão especial do Parlamento, com gritos de "agora, agora", depois que o chefe de Governo afirmou que precisa de mais tempo.

"E se fosse o seu filho?", "80 dias, cada minuto é o inferno", afirmavam os cartazes dos manifestantes.

O Hamas, considerado um grupo terrorista por Israel, Estados Unidos e União Europeia, exige o fim dos combates antes de iniciar novas negociações para a libertação dos reféns.

Os países mediadores, Egito e Catar, tentam obter uma nova trégua, depois da pausa do fim de novembro que permitiu a libertação em uma semana de 105 reféns em troca de 240 presos palestinos em Israel, além da entrada em Gaza de ajuda humanitária procedente do território egípcio.

Na Cisjordânia ocupada, onde a violência aumentou de maneira considerável desde o início do conflito em Gaza, dois palestinos morreram em ações do Exército israelense nesta terça-feira.

- Bombardeios dos EUA no Iraque -

Os temores de que o conflito provoque uma escalada regional também aumentaram. A fronteira entre Líbano e Israel registra trocas de disparos quase diárias entre o grupo Hezbollah, aliado do Hamas, e o Exército israelense. E os rebeldes huthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, multiplicaram os ataques contra navios comerciais no Mar Vermelho e no Mar da Arábia.

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira que bombardearam três posições de grupos pró-Irã no Iraque. O governo iraquiano denunciou um "ato hostil" que matou um integrante das forças de segurança e deixou 18 feridos.

O Irã acusou Israel pela morte na segunda-feira de um militar em um ataque com mísseis na Síria. A Guarda Revolucionária, exército ideológico iraniano, identificou o general Razi Moussavi como um "comandante de logística do eixo da resistência" contra Israel, que reúne Irã, Hezbollah, Hamas e os huthis.

burs-smw/kma/mas/es/zm/fp/tt

T.Kolar--TPP