The Prague Post - Sobe para 60 o número de acusações de agressão sexual contra o falecido magnata Al Fayed

EUR -
AED 4.223936
AFN 72.459626
ALL 95.625923
AMD 433.015565
ANG 2.058868
AOA 1054.6893
ARS 1573.442377
AUD 1.671004
AWG 2.073149
AZN 1.957174
BAM 1.949
BBD 2.31292
BDT 140.907151
BGN 1.965965
BHD 0.433612
BIF 3411.091117
BMD 1.150152
BND 1.475761
BOB 7.953251
BRL 6.066823
BSD 1.148339
BTN 108.22499
BWP 15.790486
BYN 3.448588
BYR 22542.981659
BZD 2.309631
CAD 1.595226
CDF 2628.673947
CHF 0.917781
CLF 0.027129
CLP 1071.20497
CNY 7.949219
CNH 7.961301
COP 4243.440261
CRC 532.405408
CUC 1.150152
CUP 30.479031
CVE 109.886384
CZK 24.543729
DJF 204.496733
DKK 7.471395
DOP 69.233629
DZD 153.151704
EGP 60.730105
ERN 17.252282
ETB 177.477381
FJD 2.596354
FKP 0.861536
GBP 0.866352
GEL 3.099699
GGP 0.861536
GHS 12.555521
GIP 0.861536
GMD 84.537027
GNF 10067.175447
GTQ 8.785881
GYD 240.259646
HKD 9.009154
HNL 30.492755
HRK 7.529588
HTG 150.386802
HUF 390.636538
IDR 19530.733242
ILS 3.626901
IMP 0.861536
INR 108.962994
IQD 1504.398841
IRR 1510494.78673
ISK 143.400945
JEP 0.861536
JMD 180.479324
JOD 0.815453
JPY 183.863271
KES 149.39231
KGS 100.581391
KHR 4598.695285
KMF 491.115256
KPW 1035.238473
KRW 1738.77706
KWD 0.354177
KYD 0.957028
KZT 553.221334
LAK 24803.949548
LBP 102835.542724
LKR 361.157941
LRD 210.747529
LSL 19.64576
LTL 3.3961
LVL 0.695715
LYD 7.333064
MAD 10.72219
MDL 20.170398
MGA 4786.031084
MKD 61.591028
MMK 2418.239118
MNT 4117.532138
MOP 9.253891
MRU 45.806993
MUR 53.792604
MVR 17.781399
MWK 1991.240041
MXN 20.757992
MYR 4.615582
MZN 73.506528
NAD 19.64559
NGN 1590.925147
NIO 42.259434
NOK 11.177719
NPR 173.13788
NZD 1.999338
OMR 0.442229
PAB 1.148393
PEN 3.974399
PGK 4.962341
PHP 69.616981
PKR 320.584138
PLN 4.287508
PYG 7517.412308
QAR 4.187644
RON 5.097707
RSD 117.436278
RUB 93.944831
RWF 1676.954344
SAR 4.316005
SBD 9.249494
SCR 15.489295
SDG 691.241518
SEK 10.8734
SGD 1.481515
SHP 0.862912
SLE 28.23633
SLL 24118.127446
SOS 656.270335
SRD 43.202003
STD 23805.826849
STN 24.413125
SVC 10.048591
SYP 127.12204
SZL 19.643428
THB 37.852681
TJS 10.991021
TMT 4.037034
TND 3.379315
TOP 2.76929
TRY 51.134901
TTD 7.794399
TWD 36.818899
TZS 2963.351973
UAH 50.389743
UGX 4272.205731
USD 1.150152
UYU 46.560385
UZS 13988.074066
VES 535.99176
VND 30292.131604
VUV 137.681472
WST 3.168478
XAF 653.639515
XAG 0.017026
XAU 0.00026
XCD 3.108344
XCG 2.069707
XDR 0.812918
XOF 653.645178
XPF 119.331742
YER 274.483923
ZAR 19.79199
ZMK 10352.747435
ZMW 21.560744
ZWL 370.348515
Sobe para 60 o número de acusações de agressão sexual contra o falecido magnata Al Fayed
Sobe para 60 o número de acusações de agressão sexual contra o falecido magnata Al Fayed / foto: Shaun Curry - AFP/Arquivos

Sobe para 60 o número de acusações de agressão sexual contra o falecido magnata Al Fayed

Sessenta mulheres acusam de agressões sexuais o falecido magnata egípcio Mohamed Al Fayed, ex-proprietário da icônica loja de departamentos britânica Harrods e pai de Dodi, que era companheiro da princesa Diana, em vez das 37 há uma semana, anunciaram seus advogados nesta sexta-feira (27).

Tamanho do texto:

"Até o momento, respondemos a mais de 200 solicitações e mensagens de todo o mundo. Confirmamos que agora representamos 60 sobreviventes e que virão mais", afirmaram os advogados em comunicado, insistindo no alcance "cada vez mais internacional" do caso.

Os defensores das vítimas afirmaram na última sexta-feira que "em todo o mundo" há vítimas de Al Fayed, falecido em agosto de 2023, e incentivaram outras mulheres agredidas pelo magnata egípcio a denunciarem seus casos.

Na semana passada, eram 37 denunciantes de diversos países como Malásia, Austrália, Itália, Romênia, Estados Unidos e Canadá. Algumas das agressões ocorreram em locais como Saint Tropez, no sudeste da França, e Abu Dhabi.

"Esperávamos que tenham sido produzidos abusos onde quer que Mohamed Al Fayed fosse. Infelizmente, parece ser verdade. Coletamos agora provas credíveis de agressões em outras de suas propriedades e empresas. Especialmente relacionadas ao Fulham Football Club", disseram os advogados na sexta-feira.

Nascido em 27 de janeiro de 1929 em um subúrbio modesto da cidade egípcia de Alexandria, o magnata passou grande parte de sua vida no Reino Unido, onde se tornou proprietário da Harrods em 1985 e do clube de futebol Fulham entre 1997 e 2013, período em que o time londrino foi finalista da Liga Europa em 2010.

Al Fayed, que também era dono do Hotel Ritz em Paris e que morreu com 94 anos, vendeu a loja de departamentos em 2010 ao fundo Qatar Investment Authority por 1,5 bilhão de libras (11 bilhões de reais na cotação atual).

Dodi, filho do bilionário egípcio e parceiro da princesa Diana, ex-mulher do atual rei britânico Charles III, morreram em um acidente de trânsito em Paris, em 1997, poucos minutos após deixarem o Hotel Ritz.

- Nova investigação policial -

As mulheres que acusam o magnata, segundo os advogados, "perderam toda a confiança na Harrods", pedindo "um processo independente e transparente" para avaliar e fazer um pronunciamento sobre estas acusações.

A atual direção da loja afirmou na quinta-feira que o ex-proprietário havia instaurado uma "cultura tóxica" na empresa, acrescentando que chegou a "acordos amigáveis" com algumas das acusadoras.

Estas declarações surgem no momento em que a Polícia Metropolitana de Londres anunciou, na quinta-feira, que está investigando se outras pessoas "poderiam ser acusadas" em relação a este caso.

"É importante deixar claro nesta fase que não é possível instaurar um processo criminal contra alguém que morreu. No entanto, devemos garantir que exploraremos plenamente se outras pessoas poderão ser processadas", explica o comunicado da polícia.

A Polícia Metropolitana londrina afirma estar realizando "revisões completas de todas as acusações existentes" apresentadas contra Al Fayed para garantir que "não haja novas linhas de investigação".

Na semana passada, a polícia londrina declarou que realizou investigações sobre agressões sexuais contra o empresário em diversas ocasiões, mas nenhum processo foi instaurado contra ele.

O Ministério Público britânico confirmou ter sido informado das mesmas, em 2009 e 2015, mas decidiu não iniciar inquéritos contra o magnata.

"Para iniciar o processo, o Ministério Público deve estar convencido de que há perspectivas realistas de condenação", explicou um porta-voz, acrescentando que nesta ocasião, "nossos procuradores concluíram que não era o caso".

O.Ruzicka--TPP