The Prague Post - Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

EUR -
AED 4.238131
AFN 75.001612
ALL 91.835551
AMD 420.215603
ANG 2.065846
AOA 1058.097382
ARS 1738.721108
AUD 1.618312
AWG 2.078406
AZN 1.959418
BAM 1.955416
BBD 2.322864
BDT 141.993353
BGN 1.942469
BHD 0.434974
BIF 3455.836031
BMD 1.153868
BND 1.467625
BOB 13.320442
BRL 5.935965
BSD 1.153284
BTN 110.668752
BWP 15.609206
BYN 3.501943
BYR 22615.821771
BZD 2.319465
CAD 1.605418
CDF 2668.317686
CHF 0.945064
CLF 0.027869
CLP 1100.432497
CNY 7.744131
CNH 7.744713
COP 3609.554387
CRC 516.103145
CUC 1.153868
CUP 30.577514
CVE 110.771466
CZK 24.300873
DJF 205.065553
DKK 7.475994
DOP 68.213924
DZD 154.174079
EGP 59.664691
ERN 17.308027
ETB 188.380347
FJD 2.551775
FKP 0.855167
GBP 0.856315
GEL 3.000097
GGP 0.855167
GHS 13.266195
GIP 0.855167
GMD 84.810308
GNF 10125.195775
GTQ 8.804424
GYD 241.283674
HKD 9.051948
HNL 30.953459
HRK 7.534988
HTG 150.733019
HUF 365.652263
IDR 20408.471411
ILS 3.511164
IMP 0.855167
INR 110.740678
IQD 1510.829562
IRR 1586107.581943
ISK 139.826225
JEP 0.855167
JMD 181.644337
JOD 0.818067
JPY 179.042884
KES 149.379985
KGS 100.905564
KHR 4676.629152
KMF 491.548686
KPW 1038.481979
KRW 1571.361439
KWD 0.356153
KYD 0.961128
KZT 515.817669
LAK 25810.156301
LBP 103276.071033
LKR 380.468599
LRD 201.363956
LSL 18.755043
LTL 3.407073
LVL 0.697964
LYD 7.327561
MAD 10.904054
MDL 20.050411
MGA 4978.065784
MKD 61.517655
MMK 2422.495327
MNT 4153.387933
MOP 9.318432
MRU 46.177734
MUR 54.047419
MVR 17.781194
MWK 1999.816036
MXN 19.802
MYR 4.666938
MZN 73.744112
NAD 18.623752
NGN 1528.807052
NIO 42.442035
NOK 10.781874
NPR 177.07614
NZD 2.003918
OMR 0.44366
PAB 1.153284
PEN 3.870174
PGK 5.214022
PHP 72.479668
PKR 319.94456
PLN 4.342342
PYG 6864.622503
QAR 4.203856
RON 5.259908
RSD 117.377304
RUB 97.151554
RWF 1694.196739
SAR 4.330555
SBD 9.253447
SCR 16.01902
SDG 694.066711
SEK 11.288174
SGD 1.468834
SHP 0.854686
SLE 28.443044
SLL 24196.035255
SOS 659.096302
SRD 43.558457
STD 23882.747423
STN 24.495403
SVC 10.090975
SYP 15002.59798
SZL 18.760642
THB 38.41286
TJS 10.638957
TMT 4.03854
TND 3.378451
TOP 2.778238
TRY 56.122199
TTD 7.826497
TWD 36.760173
TZS 3052.706709
UAH 51.484769
UGX 4532.090563
USD 1.153868
UYU 46.380894
UZS 13568.571227
VES 970.615717
VND 29959.040635
VUV 136.257783
WST 3.151789
XAF 655.957
XAG 0.018148
XAU 0.000268
XCD 3.118387
XCG 2.07851
XDR 0.815845
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 272.918679
ZAR 18.763597
ZMK 10386.192954
ZMW 22.517774
ZWL 371.545173
SSP 6515.006483
MXV 2.245419
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro / foto: TIMOTHY A. CLARY - AFP

Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

A inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos subiu para 2,3% em outubro, no momento em que os aumentos de tarifas prometidos por Donald Trump despertam temores de uma escalada nos preços.

Tamanho do texto:

A variação, contra 2,1% em setembro, está alinhada com as expectativas do mercado, segundo o índice PCE, o mais importante para determinar a política monetária, divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Departamento de Comércio.

Na comparação mensal, a inflação permaneceu em 0,2%, também conforme as previsões do mercado.

A renda das famílias americanas aumentou mais do que em setembro, com um crescimento de 0,6%, comparado a 0,3% no mês anterior. Por outro lado, os gastos cresceram menos em outubro (0,4%) do que em setembro (0,6%).

O aumento da inflação é explicado pelo setor de serviços, no qual os preços subiram 3,9% em relação ao ano passado. Já os preços dos bens caíram 1% em 12 meses.

Apesar desse pequeno aumento no PCE, os valores continuam próximos da meta de 2% ao ano que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, persegue.

Excluindo os preços voláteis de energia e alimentos, a inflação subjacente foi de 2,8% no ano até outubro, contra 2,7% em setembro. A inflação subjacente registrou 0,3% na comparação mês a mês com setembro.

Os dados anteriores de inflação, divulgados pelo índice de preços ao consumidor (IPC), também mostraram um aumento em outubro, para 2,6% ao ano, contra 2,4% em setembro.

- Inflação, taxas de juros e tarifas-

O Fed tem uma missão dupla: controlar a inflação e manter o pleno emprego. Sua principal ferramenta é a taxa de juros, com a qual atua sobre a demanda por bens e serviços.

A instituição tenta conter os aumentos de preços que desde 2021 têm afetado o bolso dos americanos. Para isso, aumentou as taxas de juros para encarecer o crédito e, assim, desestimular o consumo e o investimento, que pressionam os preços.

O Fed, no entanto, iniciou há poucas semanas um ciclo de flexibilização, com dois cortes nas taxas, que hoje estão em uma faixa de 4,50%-4,75% ao ano.

A economia como um todo continua apresentando uma tendência muito positiva, o que levou os responsáveis pela instituição a considerar "avançar gradualmente para uma taxa neutra", de acordo com as atas do Comitê de Política Monetária (FOMC) do banco central americano publicadas na terça-feira.

De acordo com a teoria econômica, uma taxa de juros neutra ou natural é o nível em que a taxa de juros não tem um efeito nem restritivo nem expansivo sobre a economia.

"A inflação diminuiu consideravelmente", disse o presidente da Fed, Jerome Powell, após a última reunião de política monetária, mas "o trabalho não terminou".

A próxima reunião da Fed ocorrerá nos dias 17 e 18 de dezembro.

Dois terços dos agentes de mercado esperam um novo corte nas taxas, mas um terço acredita que o Fed manterá as taxas de juros no nível atual, de acordo com uma pesquisa do CME Group.

- Visões diferentes -

A inflação voltou a "um nível semelhante ao anterior à pandemia, enquanto a nossa economia continua crescendo quase 3% ao ano", destacou a principal assessora econômica da Casa Branca, Lael Brainard, após a divulgação dos dados da inflação.

"Vamos aproveitar estes avanços e reduzir os custos de bens essenciais como habitação e medicamentos, em vez de desperdiçarmos com políticas radicais que aumentariam os preços para as famílias trabalhadoras", defendeu.

Os aumentos de tarifas e expulsões em massa de migrantes anunciados por Donald Trump, quando assumir em janeiro, podem impulsionar a inflação para cima.

O presidente eleito confirmou na segunda-feira que quer impor, já a partir do próximo dia 20 de janeiro, quando será sua posse, tarifas aduaneiras de 25% sobre todos os produtos de México e Canadá que chegarem aos Estados Unidos.

"Desde a gasolina até os produtos do supermercado, as perigosas medidas tarifárias de Trump fariam os preços dos bens de consumo cotidiano subirem como flechas e apagariam os avanços que fizemos na questão da inflação", disse em um comunicado Brendan Boyle, membro democrata da Câmara dos Representantes e integrante do Comitê de Orçamento da casa.

Essa possibilidade é ainda mais provável porque a economia permanece particularmente sólida.

O crescimento, igualmente, foi ligeiramente moderado no terceiro trimestre, para 2,8% na projeção anual, de acordo com a segunda estimativa do PIB publicada na quarta-feira pelo Departamento de Comércio.

Este dado ainda está abaixo dos 3% do segundo trimestre.

Na comparação com o trimestre anterior, a expansão foi de 0,7%.

"Com um crescimento saudável do PIB e um mercado de trabalho sólido, os responsáveis pelo Fed estão atentos para que uma redução muito rápida" das taxas de juros "não estimule a inflação", resumiu Oren Klachkin, economista da seguradora Nationwide.

F.Prochazka--TPP