The Prague Post - Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA

EUR -
AED 4.218365
AFN 74.661675
ALL 91.432972
AMD 416.422446
ANG 2.056478
AOA 1054.447544
ARS 1739.605555
AUD 1.608284
AWG 2.067545
AZN 1.951127
BAM 1.955436
BBD 2.31047
BDT 140.873764
BGN 1.933661
BHD 0.432419
BIF 3448.957673
BMD 1.148636
BND 1.465927
BOB 11.270901
BRL 5.906339
BSD 1.147186
BTN 109.922528
BWP 15.557103
BYN 3.470154
BYR 22513.267171
BZD 2.30717
CAD 1.607918
CDF 2654.497813
CHF 0.94475
CLF 0.027911
CLP 1102.07055
CNY 7.693163
CNH 7.709656
COP 3628.624212
CRC 513.204422
CUC 1.148636
CUP 30.438856
CVE 110.244468
CZK 24.347869
DJF 204.281955
DKK 7.475437
DOP 67.70739
DZD 153.991321
EGP 60.011824
ERN 17.229541
ETB 187.380303
FJD 2.545262
FKP 0.857496
GBP 0.857927
GEL 2.985385
GGP 0.857496
GHS 13.215539
GIP 0.857496
GMD 84.426349
GNF 10085.121766
GTQ 8.75437
GYD 240.005302
HKD 9.011107
HNL 30.795265
HRK 7.534713
HTG 149.932077
HUF 364.289489
IDR 20459.620723
ILS 3.487983
IMP 0.857496
INR 110.194974
IQD 1502.820118
IRR 1578915.155639
ISK 139.202915
JEP 0.857496
JMD 181.146264
JOD 0.814398
JPY 180.198593
KES 148.552334
KGS 100.448494
KHR 4649.134154
KMF 491.615941
KPW 1033.772837
KRW 1592.055164
KWD 0.353963
KYD 0.956022
KZT 512.884481
LAK 25706.212523
LBP 102728.268078
LKR 379.709284
LRD 198.463039
LSL 18.650427
LTL 3.391624
LVL 0.694798
LYD 7.286643
MAD 10.869076
MDL 20.161245
MGA 4973.073824
MKD 61.513544
MMK 2411.944762
MNT 4131.807531
MOP 9.269474
MRU 46.150405
MUR 54.640728
MVR 17.745938
MWK 1989.22953
MXN 19.789618
MYR 4.690689
MZN 73.409056
NAD 18.650427
NGN 1529.672944
NIO 42.212138
NOK 10.808136
NPR 175.876245
NZD 1.993641
OMR 0.442638
PAB 1.147186
PEN 3.871179
PGK 5.106049
PHP 72.260414
PKR 317.964483
PLN 4.363496
PYG 6800.733444
QAR 4.193119
RON 5.263508
RSD 117.368142
RUB 96.582013
RWF 1685.186154
SAR 4.316144
SBD 9.189677
SCR 16.119974
SDG 690.904298
SEK 11.290633
SGD 1.465889
SHP 0.858633
SLE 28.314078
SLL 24086.314957
SOS 655.577906
SRD 43.585569
STD 23774.447772
STN 24.495438
SVC 10.038131
SYP 14934.566606
SZL 18.644528
THB 38.275955
TJS 10.582529
TMT 4.031713
TND 3.374572
TOP 2.76564
TRY 56.015483
TTD 7.78755
TWD 36.503894
TZS 3039.933848
UAH 51.253555
UGX 4525.157243
USD 1.148636
UYU 46.131409
UZS 13582.470426
VES 973.451966
VND 29889.808078
VUV 135.488227
WST 3.159079
XAF 655.957
XAG 0.01734
XAU 0.000262
XCD 3.104247
XCG 2.067515
XDR 0.812145
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 271.710316
ZAR 18.688159
ZMK 10339.097645
ZMW 22.547801
ZWL 369.860349
SSP 6561.025335
MXV 2.24359
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA / foto: Yamil Lage - AFP/Arquivos

Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA

As autoridades informaram às companhias aéreas que operam em Cuba que o fornecimento de combustível ficará suspenso por um mês a partir da meia-noite de segunda-feira (9), devido à crise energética enfrentada pela ilha em meio à pressão dos Estados Unidos.

Tamanho do texto:

"A aviação civil cubana notificou todas as companhias de que não haverá mais fornecimento de Jet Fuel, o combustível de aviação, a partir de terça-feira, 10 de fevereiro, às 0h, hora local", afirmou à AFP, sob condição de anonimato, um executivo de uma companhia aérea europeia.

Por enquanto, a medida é anunciada por um período de um mês e obrigará as companhias que operam voos de longa distância a realizar uma "escala técnica" no retorno para garantir o abastecimento de querosene, explicou o executivo.

Os voos regionais devem conseguir manter suas conexões normalmente, acrescentou a fonte.

A companhia Air France em Havana informou à AFP que mantém sua rota, com uma escala técnica prevista em outro país do Caribe.

Cuba enfrenta uma gravíssima crise energética após o fim do fornecimento de petróleo pela Venezuela, depois da derrubada de Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro.

A Rússia acusou na segunda-feira os Estados Unidos de asfixiar a ilha comunista. "A situação em Cuba é realmente crítica", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

"As medidas asfixiantes impostas pelos Estados Unidos estão causando muitas dificuldades ao país. Estamos estudando possíveis soluções com nossos amigos cubanos, ao menos para fornecer a assistência que pudermos", acrescentou.

Por sua vez, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, denunciou uma "agressão cruel" que busca "dobrar a vontade política dos cubanos".

"O cenário é duro e exigirá grande sacrifício. Nossa disposição ao diálogo é clara e conhecida. Isso foi reiterado de forma direta e pública", completou.

- Ajuda do México -

O México enviou no domingo a Cuba dois navios carregados com 814 toneladas de ajuda humanitária, enquanto o governo de Claudia Sheinbaum negocia uma eventual entrega de petróleo à ilha sem sofrer sanções dos Estados Unidos.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, agradeceu o envio em uma mensagem nas redes sociais que mostra fotos das embarcações. "Obrigado, #México. Pela solidariedade, pelo carinho, pelo abraço sempre caloroso a #Cuba", escreveu.

Como medidas de emergência, Havana anunciou a semana de trabalho de quatro dias e o teletrabalho nas administrações e empresas estatais, além de restrições na venda de combustível, para enfrentar a crise energética.

Também haverá redução dos serviços de ônibus e trens entre províncias, assim como o fechamento de determinados estabelecimentos turísticos.

As jornadas escolares serão mais curtas e as universidades funcionarão em regime semipresencial. As medidas devem permitir economizar combustível para favorecer "a produção de alimentos e a produção de eletricidade" e possibilitar "a salvaguarda das atividades fundamentais que geram divisas", declarou o vice-primeiro-ministro, Oscar Pérez-Oliva Fraga, à televisão estatal.

Após interromper os envios a partir da Venezuela, o presidente Donald Trump assinou na semana passada um decreto que indica que os Estados Unidos podem impor tarifas aos países que vendem petróleo a Havana.

Trump também afirmou que o México deixará de fornecer petróleo a Cuba, como faz desde 2023.

Para justificar sua política, Washington invoca uma "ameaça excepcional" que, segundo afirma, Cuba representa. A ilha diz que Trump quer "asfixiá-los".

M.Soucek--TPP