The Prague Post - Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia

EUR -
AED 4.21511
AFN 74.603605
ALL 91.715984
AMD 416.772634
ANG 2.054892
AOA 1052.48724
ARS 1733.099672
AUD 1.612903
AWG 2.068819
AZN 1.951736
BAM 1.956141
BBD 2.312303
BDT 140.98457
BGN 1.932169
BHD 0.432775
BIF 3453.600982
BMD 1.14775
BND 1.464728
BOB 11.681036
BRL 5.882911
BSD 1.148
BTN 110.078184
BWP 15.568713
BYN 3.490008
BYR 22495.900522
BZD 2.309002
CAD 1.605938
CDF 2652.449991
CHF 0.946578
CLF 0.027921
CLP 1102.494302
CNY 7.698591
CNH 7.693696
COP 3636.577094
CRC 513.589507
CUC 1.14775
CUP 30.415376
CVE 110.28422
CZK 24.312043
DJF 204.435628
DKK 7.475795
DOP 68.001851
DZD 153.389923
EGP 59.821844
ERN 17.21625
ETB 187.525481
FJD 2.543872
FKP 0.853556
GBP 0.859177
GEL 2.989841
GGP 0.853556
GHS 13.214303
GIP 0.853556
GMD 84.933651
GNF 10091.879509
GTQ 8.759527
GYD 240.151853
HKD 9.005189
HNL 30.81337
HRK 7.535554
HTG 150.033075
HUF 362.926581
IDR 20394.370223
ILS 3.482142
IMP 0.853556
INR 109.953821
IQD 1503.962106
IRR 1577668.49254
ISK 139.405707
JEP 0.853556
JMD 181.171574
JOD 0.813784
JPY 179.259061
KES 148.875111
KGS 100.370734
KHR 4675.407463
KMF 491.237157
KPW 1032.975389
KRW 1585.995101
KWD 0.354069
KYD 0.956767
KZT 511.399125
LAK 25713.481273
LBP 102807.917074
LKR 380.776361
LRD 199.184713
LSL 18.702159
LTL 3.389007
LVL 0.694263
LYD 7.292271
MAD 10.935406
MDL 20.154512
MGA 4985.868923
MKD 61.535724
MMK 2409.890347
MNT 4128.286062
MOP 9.277317
MRU 45.991015
MUR 54.702046
MVR 17.732452
MWK 1990.746942
MXN 19.700171
MYR 4.702902
MZN 73.352098
NAD 18.702159
NGN 1527.689226
NIO 42.243682
NOK 10.813063
NPR 176.124695
NZD 2.004718
OMR 0.44128
PAB 1.148
PEN 3.875775
PGK 5.107445
PHP 71.981134
PKR 318.210757
PLN 4.357691
PYG 6791.183548
QAR 4.184829
RON 5.262322
RSD 117.351514
RUB 96.980647
RWF 1693.995225
SAR 4.254226
SBD 9.182588
SCR 15.863051
SDG 690.369505
SEK 11.274463
SGD 1.464411
SHP 0.85733
SLE 28.280939
SLL 24067.734865
SOS 656.114346
SRD 43.323546
STD 23756.108253
STN 24.502135
SVC 10.045751
SYP 14923.046138
SZL 18.695258
THB 38.197495
TJS 10.590746
TMT 4.017125
TND 3.377189
TOP 2.763506
TRY 55.993899
TTD 7.794358
TWD 36.575232
TZS 3040.517251
UAH 51.302341
UGX 4511.786301
USD 1.14775
UYU 46.158044
UZS 13518.355941
VES 970.370941
VND 29855.273693
VUV 135.786957
WST 3.148179
XAF 655.957
XAG 0.017542
XAU 0.000264
XCD 3.101851
XCG 2.069061
XDR 0.811519
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 271.615227
ZAR 18.663885
ZMK 10331.153425
ZMW 22.530927
ZWL 369.57504
SSP 6494.171359
MXV 2.23359
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia
Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia / foto: Teresa Suárez - Pool/AFP

Aliados da Ucrânia se reúnem em Paris para intensificar pressão sobre Rússia

O presidente francês, Emmanuel Macron, reuniu os 37 países da Coalizão de Voluntários em Paris, nesta segunda-feira (13), para reforçar o apoio militar à Ucrânia, particularmente na defesa aérea, apesar da oposição da Rússia, que denunciou a aliança como uma "coalizão de belicistas".

Tamanho do texto:

Cerca de vinte chefes de Estado e de Governo, incluindo o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer; o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, chegaram pouco antes das 17h00 (12h00 no horário de Brasília) ao Les Invalides, um edifício militar histórico que abriga o túmulo de Napoleão.

Os demais países estavam representados em nível ministerial ou por seus embaixadores. Também estiveram presentes o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky; os dois responsáveis máximos da Comissão Europeia, António Costa e Ursula von der Leyen, e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.

Essa coalizão, liderada pela França e pelo Reino Unido e composta principalmente por países europeus, prometeu apoio militar à Ucrânia, incluindo o envio de soldados assim que um cessar-fogo for alcançado, para dissuadir a Rússia de qualquer nova ofensiva.

Antes da cúpula, nove países europeus, juntamente com a Ucrânia, formaram uma coalizão para desenvolver "capacidades antibalísticas", tanto para ajudar Kiev a se defender de ataques maciços de mísseis russos quanto para reforçar a segurança de todo o continente.

"Essa ação não é dirigida contra nenhum povo, mas sim em defesa dos nossos", enfatizaram os líderes de Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Noruega, Espanha, Suécia, Ucrânia, Países Baixos e Reino Unido em uma declaração conjunta.

"Criar um escudo poderoso em toda a Europa é uma forma de complementar nossa defesa", respondeu no X o presidente ucraniano, ressaltando que essa coalizão permitiria que isso acontecesse de forma "mais rápida e a um custo menor".

- "Com sangue, se necessário" -

Antes de se reunir com seus homólogos, o presidente francês elogiou o "despertar estratégico" dos europeus e sua determinação em "se defender", uma mensagem dirigida à Rússia, mas também aos aliados americanos.

"A Europa está prestes a se tornar uma potência", declarou Macron, que deixará o Palácio do Eliseu no próximo ano.

"Sim, a paz é o nosso objetivo. Sim, valorizamos a liberdade e o Estado de Direito. E sim, estamos dispostos a lutar para defendê-los. Sempre, e com sangue, se necessário", afirmou Macron em seu tradicional e último discurso às Forças Armadas na véspera do feriado nacional pela Tomada da Bastilha, 14 de julho.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, os classificou-os como "iluminados e belicistas" e afirmou que "eles se enganam com a profunda ilusão de serem capazes de infligir uma derrota estratégica" à Rússia.

Além do apoio militar à Ucrânia, a reunião da Coalizão de Voluntários também visa aumentar a pressão sobre a Rússia, incluindo sua frota fantasma de petroleiros, para privá-la dos recursos necessários para financiar seu esforço de guerra.

Esta reunião busca "mostrar que o compromisso de todos os países permanece constante", disse o comandante supremo das Forças Armadas suecas, general Michael Claesson, a um grupo de jornalistas que incluíam a AFP.

A Força Multinacional para a Ucrânia, que deve ser mobilizada no terreno assim que os combates cessarem, iniciará exercícios para demonstrar a sua "credibilidade", afirmou a Presidência francesa. O primeiro desses exercícios deverá ocorrer no final do ano, segundo diversas fontes.

A reunião da coalizão deverá amplificar um "momento muito forte de convergência e unidade transatlântica", mas também de "dinâmicas mais favoráveis no terreno para a Ucrânia", sublinhou o Palácio do Eliseu.

O presidente americano, Donald Trump, parece agora mais inclinado a apoiar a Ucrânia, depois de se manter próximo do seu homólogo russo, Vladimir Putin.

A Ucrânia também alterou o equilíbrio de poder contra a Rússia com ataques quase diários às suas refinarias e depósitos de petróleo, interrompendo o seu abastecimento e causando escassez de combustível. Também realiza múltiplos ataques na Crimeia.

O Exército russo avança com dificuldade, mas de forma constante, no Donbass (leste da Ucrânia), apesar de contar mais de mil mortos e feridos por dia, segundo estimativas ocidentais.

U.Ptacek--TPP