The Prague Post - Israel mantém bombardeios contra Gaza, onde crise humanitária aumenta

EUR -
AED 4.258161
AFN 74.783691
ALL 91.791032
AMD 420.301047
ANG 2.075881
AOA 1064.396489
ARS 1749.013744
AUD 1.621211
AWG 2.088502
AZN 1.971685
BAM 1.953481
BBD 2.332032
BDT 142.880382
BGN 1.951905
BHD 0.436582
BIF 3453.899766
BMD 1.159474
BND 1.468057
BOB 14.414888
BRL 5.933143
BSD 1.157826
BTN 110.574733
BWP 15.598483
BYN 3.516426
BYR 22725.68162
BZD 2.328636
CAD 1.607668
CDF 2674.905854
CHF 0.9466
CLF 0.027495
CLP 1085.650633
CNY 7.778038
CNH 7.776879
COP 3586.727081
CRC 521.580815
CUC 1.159474
CUP 30.726049
CVE 110.134256
CZK 24.241983
DJF 206.185231
DKK 7.474918
DOP 68.149098
DZD 154.58249
EGP 59.424296
ERN 17.392103
ETB 186.898527
FJD 2.580698
FKP 0.857103
GBP 0.85717
GEL 3.011232
GGP 0.857103
GHS 13.269248
GIP 0.857103
GMD 85.221866
GNF 10179.915099
GTQ 8.840505
GYD 242.242426
HKD 9.093473
HNL 31.076109
HRK 7.535657
HTG 151.330351
HUF 363.973247
IDR 20449.635038
ILS 3.51477
IMP 0.857103
INR 109.650081
IQD 1516.799359
IRR 1593812.344313
ISK 139.84427
JEP 0.857103
JMD 182.892882
JOD 0.822071
JPY 177.999485
KES 150.093113
KGS 101.396171
KHR 4695.42591
KMF 492.776006
KPW 1043.526565
KRW 1561.62528
KWD 0.357535
KYD 0.964855
KZT 522.46976
LAK 25905.247057
LBP 103685.51163
LKR 380.648121
LRD 202.040152
LSL 18.696005
LTL 3.423624
LVL 0.701354
LYD 7.323306
MAD 10.819855
MDL 20.06518
MGA 4984.083236
MKD 61.452048
MMK 2434.842263
MNT 4170.134462
MOP 9.352697
MRU 46.55773
MUR 54.30966
MVR 17.913592
MWK 2007.716576
MXN 19.698053
MYR 4.711638
MZN 74.102092
NAD 18.696005
NGN 1536.545564
NIO 42.609417
NOK 10.777336
NPR 176.919973
NZD 1.996323
OMR 0.445951
PAB 1.157826
PEN 3.893778
PGK 5.226795
PHP 72.70124
PKR 320.985148
PLN 4.325236
PYG 6856.860003
QAR 4.22059
RON 5.252528
RSD 117.190879
RUB 97.799456
RWF 1707.87253
SAR 4.349736
SBD 9.290868
SCR 15.969043
SDG 697.426414
SEK 11.254563
SGD 1.469383
SHP 0.858329
SLE 28.465366
SLL 24313.571236
SOS 661.714458
SRD 43.965495
STD 23998.76156
STN 24.47095
SVC 10.130973
SYP 15075.475419
SZL 18.698802
THB 38.355277
TJS 10.710086
TMT 4.069752
TND 3.379288
TOP 2.791734
TRY 56.365025
TTD 7.858671
TWD 36.745104
TZS 3069.712063
UAH 51.574474
UGX 4480.680841
USD 1.159474
UYU 46.604674
UZS 13615.836208
VES 964.041615
VND 30056.453153
VUV 137.185102
WST 3.172303
XAF 655.957
XAG 0.018058
XAU 0.000267
XCD 3.133535
XCG 2.086723
XDR 0.819808
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 274.853358
ZAR 18.749667
ZMK 10436.657072
ZMW 22.346472
ZWL 373.350011
SSP 6550.156407
MXV 2.234198
Israel mantém bombardeios contra Gaza, onde crise humanitária aumenta
Israel mantém bombardeios contra Gaza, onde crise humanitária aumenta / foto: © AFP

Israel mantém bombardeios contra Gaza, onde crise humanitária aumenta

Israel prossegue nesta quarta-feira (21) com os bombardeios contra a Faixa de Gaza, onde a crise humanitária aumentou com a suspensão do envio de ajuda ao norte do território palestino por parte da agência de alimentos da ONU.

Tamanho do texto:

As tentativas de encerrar o conflito entre Israel e Hamas chegaram ao Conselho de Segurança da ONU, mas os Estados Unidos vetaram uma resolução que pedia um cessar-fogo.

Durante a votação do texto, as tropas israelenses continuaram com os ataques na Faixa de Gaza, território controlado desde 2007 pelo Hamas.

Testemunhas mencionaram disparos intensos na principal cidade do sul de Gaza, Khan Yunis, e em Rafah, localidade na fronteira com o Egito, onde quase 1,4 milhão de palestinos deslocados buscaram refúgio.

Rafah, o último alvo das operações terrestres israelenses, também é o principal ponto de entrada dos comboios de ajuda humanitária procedentes do Egito.

A ONU alerta de maneira insistente para a grave situação no território e afirmou esta semana que a escassez de alimentos e as doenças podem levar a uma "explosão" das mortes de crianças.

Na terça-feira, o Programa Mundial de Alimentos (PMA) anunciou que precisou suspender as entregas no norte do território depois de enfrentar a "violência e um completo caos".

A agência da ONU afirmou que seu comboio foi recebido com tiros, violência e saques. O motorista de um caminhão foi agredido.

O governo do movimento islamista Hamas fez um apelo ao PMA para que "reverta imediatamente a decisão desastrosa, que significa uma sentença de morte para 75% de um milhão de pessoas".

Diante de edifícios destruídos e dos escombros na Cidade de Gaza, Ahmad declarou à AFP que os moradores não conseguem mais suportar. "Não temos farinha, nem sabemos para onde ir com este frio", disse.

"Exigimos um cessar-fogo. Queremos viver", acrescentou.

- Veto na ONU -

Em Nova York, no entanto, a representação dos Estados Unidos vetou uma resolução do Conselho de Segurança apresentada pela Argélia que pedia um cessar-fogo imediato e a libertação "sem condições" de todos os reféns sequestrados pelo Hamas em 7 de outubro.

A embaixadora americana na ONU, Linda Thomas-Greenfield, afirmou que a votação era "ingênua e irresponsável" porque colocava em perigo as negociações para libertar os reféns capturados pelo Hamas.

China, Rússia, Arábia Saudita e França criticaram o veto que, segundo o Hamas, dá "luz verde para que a ocupação cometa mais massacres".

A porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Mao Ning, disse que o veto dos Estados Unidos leva a guerra a uma situação "ainda mais perigosa".

Os esforços dos mediadores, como Catar, Egito e Estados Unidos, para obter uma segunda trégua no conflito, depois da pausa observada em novembro, não registraram avanços.

A guerra foi desencadeada pelo ataque do Hamas no sul Israel em 7 de outubro, que deixou 1.160 mortos, a maioria civis, segundo um balanço a AFP baseado em números divulgados pelas autoridades israelenses.

Os milicianos palestinos também sequestraram 250 pessoas e 130 continuam como reféns em Gaza, incluindo 30 que teriam morrido em cativeiro.

Israel iniciou uma ofensiva de represália para "aniquilar" o Hamas, que deixou pelo menos 29.195 mortos, a maioria mulheres, adolescentes e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território.

- Negociações -

Apesar da pressão internacional, Israel defende a necessidade de expandir sua operação terrestre até Rafah para destruir o Hamas, classificado como grupo terrorista por Estados Unidos e União Europeia.

A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirmou que uma ofensiva terrestre em Rafah transformaria a cidade em um "cemitério".

Israel advertiu que, caso os reféns não sejam libertados antes do início do Ramadã, em 10 ou 11 de março, os combates prosseguirão em todo território de Gaza, incluindo Rafah.

O conselheiro da Casa Branca para o Oriente Médio, Brett McGurk, deve desembarcar nesta quarta-feira no Egito e viajar em seguida para Israel, onde tentará avançar com as negociações de trégua.

O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, também está no Cairo para negociações, segundo o grupo palestino.

O conflito provavelmente será um dos principais temas da abertura, nesta quarta-feira, da reunião de ministros das Relações Exteriores do G20 no Brasil, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi declarado "persona non grata" por Israel por sua acusação de "genocídio" em Gaza.

Lula recebeu o apoio do homólogo colombiano, Gustavo Petro. "Em Gaza há um genocídio e milhares de crianças, mulheres e idosos civis são assassinados covardemente. Lula apenas disse a verdade e a verdade precisa ser defendida ou a barbárie nos aniquilará", escreveu Petro na rede social X.

burs-dhc/ser/dbh/meb/fp

F.Prochazka--TPP