The Prague Post - Petrodólar e pressão política

EUR -
AED 4.308835
AFN 74.49196
ALL 95.752485
AMD 433.698247
ANG 2.100015
AOA 1077.060107
ARS 1634.062666
AUD 1.619899
AWG 2.111883
AZN 1.991476
BAM 1.958911
BBD 2.358165
BDT 143.658162
BGN 1.957131
BHD 0.442705
BIF 3484.13359
BMD 1.173268
BND 1.495075
BOB 8.089849
BRL 5.759602
BSD 1.17087
BTN 111.500038
BWP 15.911271
BYN 3.314593
BYR 22996.060933
BZD 2.35476
CAD 1.595434
CDF 2716.116648
CHF 0.915365
CLF 0.026988
CLP 1062.183556
CNY 8.013834
CNH 8.000259
COP 4358.938548
CRC 532.648236
CUC 1.173268
CUP 31.091613
CVE 110.440404
CZK 24.380163
DJF 208.492911
DKK 7.47298
DOP 69.761094
DZD 155.38575
EGP 63.060593
ERN 17.599026
ETB 184.261902
FJD 2.563476
FKP 0.866879
GBP 0.863766
GEL 3.156259
GGP 0.866879
GHS 13.124845
GIP 0.866879
GMD 85.648623
GNF 10275.319526
GTQ 8.935325
GYD 244.949034
HKD 9.19332
HNL 31.122562
HRK 7.53602
HTG 153.233369
HUF 360.376445
IDR 20420.267455
ILS 3.43574
IMP 0.866879
INR 111.62728
IQD 1536.981624
IRR 1544021.234685
ISK 143.209371
JEP 0.866879
JMD 184.242619
JOD 0.831829
JPY 183.53262
KES 151.589327
KGS 102.567717
KHR 4696.459037
KMF 493.360307
KPW 1055.94532
KRW 1706.712534
KWD 0.361378
KYD 0.975658
KZT 544.048709
LAK 25711.054095
LBP 105065.228965
LKR 374.668251
LRD 214.84305
LSL 19.594087
LTL 3.464356
LVL 0.709699
LYD 7.42786
MAD 10.821086
MDL 20.208268
MGA 4880.796414
MKD 61.7262
MMK 2463.519483
MNT 4198.666619
MOP 9.45069
MRU 46.750649
MUR 54.885322
MVR 18.132862
MWK 2030.224454
MXN 20.305407
MYR 4.635602
MZN 74.97463
NAD 19.594087
NGN 1602.415095
NIO 43.070698
NOK 10.817069
NPR 178.399098
NZD 1.973918
OMR 0.451147
PAB 1.17086
PEN 4.104719
PGK 5.091086
PHP 72.05921
PKR 326.276691
PLN 4.243201
PYG 7094.32786
QAR 4.278502
RON 5.235247
RSD 117.384344
RUB 88.582143
RWF 1711.918913
SAR 4.401895
SBD 9.423995
SCR 16.802622
SDG 704.5479
SEK 10.819729
SGD 1.492673
SHP 0.875963
SLE 28.891716
SLL 24602.847529
SOS 669.162781
SRD 43.970569
STD 24284.28737
STN 24.538973
SVC 10.244358
SYP 129.682209
SZL 19.589779
THB 38.039123
TJS 10.94718
TMT 4.112306
TND 3.390157
TOP 2.824949
TRY 53.075266
TTD 7.936673
TWD 36.97966
TZS 3051.592546
UAH 51.453219
UGX 4420.019989
USD 1.173268
UYU 47.135018
UZS 14108.552463
VES 579.000876
VND 30880.424682
VUV 139.061086
WST 3.186516
XAF 657.000465
XAG 0.015467
XAU 0.000252
XCD 3.170816
XCG 2.110069
XDR 0.817098
XOF 656.445742
XPF 119.331742
YER 279.934303
ZAR 19.371072
ZMK 10560.814925
ZMW 22.099287
ZWL 377.791951

Petrodólar e pressão política




O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã reacendeu a preocupação com a fragilidade do chamado petrodólar. Desde a década de 1970, boa parte das transações petrolíferas foi denominada em dólares, permitindo aos Estados Unidos reciclar os superávits dos exportadores em títulos do Tesouro. Analistas recordam que essa aliança se sustentava em três pilares: dependência norte‑americana do petróleo do Golfo, determinação dos países do Golfo em precificar o barril em dólares e a proteção militar norte‑americana à região. Esses pilares vêm se desgastando. Hoje, os EUA são praticamente autossuficientes em energia e os países do Golfo questionam a capacidade de Washington de lhes garantir segurança. As reservas de divisas mostram uma tendência lenta de diversificação: o FMI apurou que a participação do dólar nas reservas globais recuou para 56,9 % no terceiro trimestre de 2025. Embora ainda não exista uma alternativa credível, China e Irã testam pagamentos em iuanes, intensificando a “dedolarização”.

A escalada na região também expôs vulnerabilidades logísticas. A colocação de minas navais e ataques a navios obrigam as companhias de transporte a desviar rotas, elevando custos e prazos. Tweets imprevisíveis do ex‑presidente Donald Trump sobre o conflito derrubaram o preço do petróleo em questão de minutos, alimentando suspeitas de manipulação de mercado. Investidores reclamam que volatilidade extrema dificulta coberturas e prejudica mercados emergentes dependentes de importações de combustíveis. Entretanto, especialistas lembram que, apesar das pressões, países como a Arábia Saudita continuam vendendo a maior parte de seu petróleo em dólares e que o endividamento norte‑americano — mais de US$ 39 trilhões — torna essencial o fluxo de petrodólares para financiar déficits.

Diesel e alimentos: o elo frágil do Brasil
Na esteira da guerra e do bloqueio marítimo, o preço internacional do diesel disparou, expondo a fragilidade do abastecimento brasileiro. A Petrobras, responsável por mais de 80 % da produção, vinha mantendo os preços internos abaixo da paridade de importação para conter a inflação. O atraso nos reajustes, porém, inibiu importadores privados e refinarias independentes, que reduziram compras por temer prejuízos. Entidades do setor alertaram que a defasagem atingiu R$ 3 por litro e que o diesel tipo B, vendido nos postos e misturado ao biodiesel, não se beneficiava totalmente das desonerações. O resultado foi uma rápida alta de preços nas distribuidoras, que passaram de cerca de R$ 5,74 para R$ 7,22 por litro em poucas semanas.

O governo reagiu com um pacote fiscal: zerou a contribuição social (PIS/Cofins) sobre o diesel, criou um subsídio de R$ 0,32 por litro e elevou a taxação de exportações de petróleo para financiar a medida. Também instalou uma sala de monitoramento que acompanha a oferta e a demanda a cada 48 horas, mobilizando Procons e agências de fiscalização para coibir abusos. A Petrobras realizou leilões extraordinários para vender diesel a distribuidores do Rio Grande do Sul e operou refinarias acima de sua capacidade, adiando manutenções. Mesmo assim, transportadores e agricultores manifestam temor de que a escassez se agrave durante a safra de soja e milho, elevando custos logísticos e pressionando os preços dos alimentos. Para eles, o conflito no Golfo expõe a dependência brasileira de importações e reforça a necessidade de diversificar matrizes energéticas.

Fundos restritos: teste para o crédito privado
Enquanto o petróleo abala as cadeias produtivas, outra tensão surge nos mercados financeiros. Fundos de crédito privado norte‑americanos, conhecidos como business development companies (BDCs), tornaram‑se populares por prometerem rendimentos altos e liquidez trimestral. O ambiente de incerteza, contudo, levou investidores a solicitar resgates maciços. O Ares Strategic Income Fund, com US$ 22,7 bilhões em ativos, recebeu pedidos para sacar 11,6 % de suas cotas; para preservar a carteira, a gestora limitou os resgates a 5 %, alinhando‑se a rivais como Apollo e BlackRock. Poucos dias antes, a Apollo Debt Solutions já havia adotado a mesma trava após solicitações equivalentes a 11,2 % das cotas. Esses bloqueios visam evitar uma corrida que poderia forçar a venda acelerada de ativos e prejudicar os investidores remanescentes.

Consultores destacam que os BDCs são instrumentos concebidos para investimentos de longo prazo e que os participantes devem estar preparados para enfrentar períodos de iliquidez. Entretanto, a necessidade de impor limites indica uma degradação nas condições de crédito corporativo, em especial nos setores mais arriscados. Comentários de analistas financeiros sugerem que alguns investidores migraram para esses fundos em busca de retorno fácil, sem compreender os riscos de liquidez. Agora, muitos questionam a transparência das carteiras e a disciplina de concessão de crédito, temendo calotes em cadeia.

Interdependência perigosa e perspectivas
A confluência desses três fatores — a disputa geopolítica que ameaça a primazia do dólar, a vulnerabilidade da matriz energética brasileira e a fragilidade dos fundos de crédito privado — evidencia a interdependência entre geopolítica, energia e finanças. Comentadores em fóruns de economia lamentam que o Brasil, apesar de ser grande produtor de petróleo, esteja exposto a choques externos por falta de refinarias e políticas eficientes. Outros destacam que a perda de credibilidade do petrodólar pode ampliar o poder de países como China e Rússia, estimulando pagamentos em moedas alternativas. Investidores mais céticos veem na crise um argumento para buscar proteção em ativos descentralizados, como o bitcoin, ou em commodities físicas.

No curto prazo, o equilíbrio do mercado de petróleo dependerá de um eventual cessar‑fogo e da capacidade de manter o Estreito de Ormuz aberto à navegação. O Brasil, por sua vez, precisará conciliar política de preços da Petrobras, subsídios temporários e incentivos à produção de biocombustíveis para evitar desabastecimento. Já os fundos de crédito privado terão de reforçar a comunicação com os cotistas e diversificar suas carteiras para recuperar a confiança. Em tempos de incerteza, compreender as conexões entre geopolitica, energia e finanças torna‑se crucial para governos, empresas e consumidores.



Apresentou


Dubai: Uma viagem a um país maravilhoso!

O Dubai "em direção ao céu" ao lado de antigas cidades do deserto. Beduínos misteriosos e mesquitas magníficas convivem pacificamente com cidades futuristas. Descubra os wadis e os oásis, os desertos de areia dourada, as praias paradisíacas e a hospitalidade árabe. O moderno e o antigo Oriente unidos num livro para sonhar.Para além da abundância de areia e de sol, há também muito petróleo nos Emirados, o que contribuiu para a riqueza do cosmopolita Dubai e da rica Abu Dhabi, entre outros. Os outros emirados também vivem frequentemente da agricultura. Há uma coisa que se sente em todas as regiões: a famosa hospitalidade árabe.

Pura beleza: Prepare-se para conhecer Dubai!

Prepare-se para conhecer Dubai! Estamos prestes a começar um tour de luxo em Dubai, hotéis de Dubai, Burj Khalifa, vida noturna, festas e ilhas particulares. Em uma palavra, vamos explorar um dos destinos mais interessantes do mundo - os Emirados. Para conhecer o Dubai, temos de experimentar todas as faces deste país, por exemplo, os melhores hotéis do mundo, há um hotel de 7 estrelas aqui!Se você quer ver o mundo e ver os pontos turísticos de Dubai, não precisa sair de casa, vamos fazer uma viagem a Dubai com Antônio. Veremos Dubai de um drone, veremos ilhas particulares e, claro, aproveitaremos a vida noturna. Será como viajar para Dubai sem sair de casa. Então fique confortável e deixe a diversão começar.

Israel: Cadáveres - semanas após o terror do Hamas

Equipas de televisão de todo o mundo tiveram acesso ao Kibbutz Be'eri, no sul de Israel, onde os terroristas árabes do Hamas assassinaram bestialmente 130 pessoas - mais de 10% da população - e torturaram, violaram e mutilaram as suas vítimas no dia 7 de outubro.Mesmo passadas semanas, continuam a ser encontradas vítimas em Israel que foram assassinadas pelos animais em forma humana, a organização terrorista Hamas, em 07 de outubro de 2023!